domingo, 20 de março de 2011

Que livro você está lendo?


Vamos conferir? Venha contar o (os) seus!


Estou lendo:

Martha: Contos Reunidos - Vol. I, de Nilto Maciel; Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis; Revelação - de Michael Crichton.

Entre e conte o seu.

                    

sábado, 19 de março de 2011

Dados Biográficos de Nilto Maciel

Nilto Maciel


 Nilto Maciel nasceu em Baturité, Ceará, em 1945. Ingressou na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará em 70. Criou, em 76, com outros escritores, a revista O Saco. Mudou-se para Brasília em 77, tendo trabalhado na Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal e Tribunal de Justiça do DF. Regressou a Fortaleza em 2002. Editou a revista Literatura, de 1992 a 2008. 

   Prêmios em concursos literários nacionais e estaduais:
  - Secretaria de Cultura e Desporto do Ceará, 1981, com o livro de contos Tempos de Mula Preta; 
  - Secretaria de Cultura e Desporto do Ceará, 1986, com o livro de contos Punhalzinho Cravado de Ódio; 
  - “Brasília de Literatura”, 90, categoria romance nacional, promovido pelo Governo do Distrito Federal, com A Última Noite de Helena;
  -“Graciliano Ramos”, 92/93, categoria romance nacional, promovido pelo Governo do Estado de Alagoas, com Os Luzeiros do Mundo; 
  - “Cruz e Sousa”, 96, categoria romance nacional, promovido pelo Governo do Estado de Santa Catarina, com A Rosa Gótica; 
  -  VI Prêmio Literário Cidade de Fortaleza, 1996, Fundação Cultural de Fortaleza, CE, com o conto “Apontamentos Para Um Ensaio”;
  - “Bolsa Brasília de Produção Literária”, 98, categoria conto, com o livro Pescoço de Girafa na Poeira; "Eça de Queiroz", 99, categoria novela, União Brasileira de Escritores, Rio de Janeiro, com o livro Vasto Abismo.
  -  Organizou, com Glauco Mattoso, Queda de Braço – Uma Antologia do Conto Marginal (Rio de Janeiro/Fortaleza, 1977). 
  -  Participa de diversas coletâneas, entre elas Quartas Histórias – Contos Baseados em Narrativas de Guimarães Rosa, org. por Rinaldo de Fernandes (Ed. Garamond, Rio de Janeiro, 2006); 
  -  15 Cuentos Brasileros/15 Contos Brasileiros, edición bilingüe español-portugués, org. por Nelson de Oliveira e tradução de Federico Lavezzo (Córdoba, Argentina, Editorial Comunicarte, 2007); 
  -  Capitu Mandou Flores, org. por Rinaldo de Fernandes (Geração Editorial, São Paulo, 2008).

Tem contos e poemas publicados em esperanto, espanhol, italiano e francês. O Cabra que Virou Bode foi transposto para a tela (vídeo), pelo cineasta Clébio Ribeiro, em 1993. Seus livros estão publicados por pequenas editoras de Fortaleza, São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Florianópolis, Brasília e Campinas.

 Se ainda não leu o Nilto, não sabe o que está perdendo!



 Martha Tavares Pezzini
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Visite também o  blog do Nilto: literaturasemfronteiras.blogspot.com




 




quinta-feira, 17 de março de 2011

Comentário e Crítica

Mais um  comentário e crítica do livro EU, TIRADENTES - (postado em fevereiro de  2011)

JOSÉ ALCIDES PINTO (Fortaleza, CE). Escritor, Crítico Literário, Jornalista: “Talvez seja este texto o mais revelador da personalidade singular do Alferes Joaquim José da Silva Xavier. Talvez seja este texto ficcional de Paschoal Motta a pedra angular sobre o assunto. Era preciso que um poeta de Minas Gerais se debruçasse sobre os alfarrábios do tempo e, do alto de sua inteligência, de sua sensibilidade, mostrasse o que representa Tiradentes para a História do Brasil. EU, TIRADENTES é, sem qualquer sombra de dúvida, um livro de prêmio...”


Martha Tavares Pezzini
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Pablo Neruda

   Livro: Cartas de Amor                                                      
   Autor: Pablo Neruda                                                       
   E
ditora: Publicações Dom Quixote
   Ano: 2011

Um livro transbordante de  ternura e paixão,características marcantes na obra de Neruda.
Cartas que o autor escreveu à sua mulher Matilde Urrutia,  testemunhos de um amor intenso e duradouro vivido pelos dois desde 1949 até setembro de 1973, quando morreu o poeta.
Essa sólida relação deixou seu reflexo  em obras: Poemas e  livros, destacando, Uma Canção desesperada,e Vinte Poemas de amor.

Martha Tavares Pezzini

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terça-feira, 15 de março de 2011

Poesia e Ação II

    
   O que podia ser um verso, uma palavra que desencadeasse um motivo emotivo, já não quer dizer: vale o barulho descompromissado com um mínimo de atenção, de concentração para um fruir do sentimento. Você não deve sentir. Sentir é conseqüência também de uma educação. As experiências físicas e intelectuais também caminham para seu aprimoramento, ou não. Ou voltamos à barbárie ainda mais depressa. Vamos-nos tornando cada vez mais reféns e sem nem a esperança duma defesa, duma opção contra a imbecilidade puxando para o irracional em que até o senso da sobrevivência, tão natural nas criaturas, começa a não ser notado. A vida vai perdendo sua seiva essencial de crescimento espiritual para o consumo do abominável aqui e agora, que não diz nada, mas conduz uma massa humana quase bovina num corredor para o magarefe se locupletar até com seu berro. Do boi nada se perde, do consumidor inconsciente, alienado, se não tudo, muito se toma. 
 
 
      Continua...
 
 
 Paschoal Motta, professor, escritor, jornalista, São Pedro dos Ferros / BH

segunda-feira, 14 de março de 2011

Marco Lucchesi

Marco Lucchesi foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Aos 47 anos, é o mais jovem integrante da Casa de Machado de Assis.
Lucchesi é dono de uma cultura invejável, abrangendo as áreas da literatura, filosofia, história, música e ciências. Tradutor do russo, alemão, italiano, espanhol, árabe e francês. Professor de literatura.

Algumas obras de Marco Lucchesi: 
  • O Dom do Crime
  • Ficções de um Gabinete Ocidental
  • A Memória de Ulisses
  • Caminhos do Islã
  • Sphera
  • Teatro alquímico
  • Os Olhos do Deserto
  • Saudade do Paraíso
  • Faces da Utopia
  • Paixão do Infinito
  • Bizâncio

       Martha Tavares Pezzini

Revelando Tiradentes

  Livro: Eu, Tiradentes
  
   Autor: Paschoal Motta

   Edição: 3ª - esgotada.

   A narrativa, Eu, Tiradentes, de Paschoal Motta, mesmo não sendo um livro essencialmente histórico, é resultado de uma vasta e abrangente pesquisa que transporta o leitor para as paisagens típicas da mineração do ouro em Minas. São  realidades da época da Inconfidência, século 18, e sobretudo  o linguajar recuperado, próximo do setecentista, numa narrativa moderna, conseguido pelo escritor. Com criatividade, Paschoal Mota nos leva  pelos meandros das matas, montanhas e vales das Minas Gerais da mesma maneira como nos faz interagir com o  íntimo dos pensamentos e sentimentos do Herói Nacional. Junta-se a tudo isso, o lirismo, na medida certa, presente em toda a narrativa.
     Um outro Tiradentes humanizado é revelado pelo autor à medida que o poeta escritor nos revela, igualmente, sua grandeza.

      O escritor revelou que está na procura de uma editora para a 4ª edição de seu texto, que tem tido, até agora, excelentes comentários da crítica especializada e de leitores comuns.

      Martha Tavares Pezzini 
      marthatavaresspf.blogspot.com