sexta-feira, 31 de julho de 2015

Barulho - Martha Tavares Pezzini



Escrito no desespero causado por barulho de máquinas, asfaltando minha rua durante a noite.


Barulho vindo da rua, máquinas em ebulição,
invade meus tímpanos, meu corpo inteiro freme.
Onde a almejada calmaria noturna?
Desbaratada está, em meio  ao fragor espicaçado
dessa ação insana,  à qual não podemos controlar!
O inevitável chega sem avisar e sem tempo marcado para acabar. Tantos barulhos nos afligem, nos desestabilizam. Nada a fazer. Vão-se as tempestades.

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